A EXPERIÊNCIA DE DEUS EM FRANCISCO DE ASSIS
Minha Vocação
Vocação é um chamado de Deus, cada ser humano é chamado
a viver uma vocação, uns Deus chama a viver o
matrimonio, outros o celibato.
Durante
a minha vida eu sempre tive o desejo de servir a Jesus, sempre quis me doar
ao serviço do reino de Deus. Em minha comunidade participava de
muitos movimentos que tinham na Igreja, mas ao longo da minha caminhada na
minha comunidade senti que Jesus queria algo mais da minha vida.
Então, senti muito mais forte o desejo de cuidar das coisas de Deus e de servir e anunciar o
evangelho a todas as pessoas que não conhecem o seu amor. Sem me preocupar com as coisas do mundo, mas só com as coisas de Deus. Foi então, que o Senhor me falou
através desta palavra: “Aquele que não é
casado cuida das coisas do senhor, para ser santo no corpo e no espírito”.
(1Corintios:7,34-35 )
MARIA, NO OLHAR DE SÃO FRANCISCO
MARIA, NO OLHAR DE SÃO FRANCISCO
O amor do nosso Pai Francisco por Maria nasce da sua contemplação ao
mistério da redenção. Ele coloca a figura extraordinária de Maria dentro do contexto
da história da salvação, sobretudo a sua maternidade, a sua relação com a Santíssima
Trindade e também, a sua relação com o Espírito Santo.
A maternidade divina de
Maria
Ele, “o Senhor da majestade” quis nascer da Virgem Maria:
Segundo
Francisco, em primeiro lugar, Maria é gloriosa, pois, Deus quis escolhê-la como Mãe de Deus! “Onipotente,
santíssimo, altíssimo e sumo Deus,... fizeste que ele, verdadeiro Deus e
verdadeiro homem, nascesse da gloriosa sempre virgem beatíssima Santa Maria
(RNB 23,1 e 5)
Diz na Segunda Carta a todos os fiéis: “Esta Palavra do Pai foi tão digna, tão santa e tão gloriosa, o
altíssimo Pai a enviou do céu por meio de seu santo anjo Gabriel ao útero da
santa e gloriosa Virgem Maria, de cujo útero recebeu a verdadeira carne da
nossa humanidade e fragilidade. Ele sendo rico (2Cor 8,9) acima de todas as coisas, quis neste mundo, com a beatíssima
Virgem, sua Mãe, escolher a pobreza. (2Ctfi) Assim: “o Senhor da
majestade” se tornou nosso irmão (2 Cel
198).
A
maternidade divina de Maria é motivo para dar graças a Deus, para ser-lhe grato
por ter descido ao nível do homem e para louvar e honrar a Maria acima de toda
outra criatura.
Permanecendo ainda na contemplação do mistério da
Encarnação Francisco medita a relação de Maria com a Santíssima Trindade e
depois da pobreza de Jesus e de Maria desde o presépio até ao Calvário como
modelo da sua vida.
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